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A Beleza da Imperfeição

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Ontem fiquei feliz porque senti o amor.

 
O amor que liberta, que nos faz enxergar que tudo vai dar certo e que podemos e temos o poder de nos perdoar e abrir os olhos para a dor e alegria do próximo e perceber como a magnitude e a complexidade que andam juntas (e não em contra) o simples que existe em cada um de nós, nos tornam únicos e tão encantadores que me faz ser apaixonado pelo ser humano.

Somos belos em nossas imperfeições e quando as expomos, mostramos ao mundo o quanto nos aceitamos e estamos dispostos a aprender. Quando olhamos para o próximo (e não para o outro), convocamos o espelho da alma que mostra o que somos, pois são nas diferenças que somos iguais. Apesar de únicos, são as belezas de nossas imperfeições que nos mostram como fazemos parte de um Todo, algo maior.

Ao me ver no próximo, coloco a luz do dia meus defeitos, desejos e anseios na intenção de que ao ajuda-lo, ajudo a mim e vice versa.

Ao meu ver, o amor está em aceitarmos uns aos outros, darmos as mãos e termos ciência de que juntos somos mais na busca do menos. Menos ego, menos incompreensão. E sim, devemos olhar para dentro de nós, nos ajudarmos em primeiro, pois ao fazermos isso, estaremos nos melhorando, curando nossas feridas e também as de quem nos rodeia.

E assim, ao agir para si, em se sentir melhor, por meio da ação ínfima, exalamos o amor que se espalha para aqueles a nossa volta, criando uma corrente do bem, que ao seguir adiante, como o pólen das flores que é levado pelo vento de jardim em jardim, alcança o mundo todo.

Exalemos a fragrância do amor e deixemos que o vento a espalhe para longe, pelos quatro cantos e que com suavidade, assente nos mais diversos corações que após tocados por sua pureza, despertem também para uma nova vida.


 

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